O Brasil planta 1,8 milhão de mudas por dia (IBÁ, 2025). Eucalipto clonal, pinus, nativas — cada espécie exige parâmetros distintos de CE, pH e porosidade. Esta ferramenta encontra o substrato em 30 segundos.
Substrato de coco para viveiro florestal é o pó fino do mesocarpo do coco, natural ou lavado, com granulometria abaixo de 2 mm, usado como meio de enraizamento e crescimento de mudas em tubetes de 50 a 290 cm³. Compram viveiros de eucalipto clonal e seminal, pinus e nativas, que exigem CE entre 0,5 e 2,0 mS/cm conforme a sensibilidade da espécie, pH de 5,0 a 6,5 e retenção de água acima de 75–80%, com laudo por lote. Referência de preço publicada no RuralAqui: R$ 150–300/m³ no Nordeste e R$ 300–500/m³ no Sul/Sudeste (atacado, 2026). De 50 a 290 L por mil mudas, o substrato custa de R$ 7,50 a R$ 145 por milheiro, sem frete.
Produtor de pó de coco, fibra de coco e misto em Paraipaba-CE.
Sacos de 100 L, pedido a partir de 1 tonelada e laudo por lote (CE, pH e umidade). Entrega em todo o Brasil.
Em carga fechada, o frete do Ceará fica em R$ 244–271 por m³ de carga até São Paulo e R$ 327–363 até Porto Alegre (piso ANTT, outubro de 2026). Somado ao preço do pó de coco na origem, o substrato posto em São Paulo sai por cerca de R$ 394–571/m³.
No Sul, a casca de pinus é barata na origem e domina os viveiros. O pó de coco entra nesses viveiros como componente da mistura, pela uniformidade entre lotes e pela retenção de água no tubete. Para decidir, compare o preço posto, não o preço de origem.
Piso mínimo de frete ANTT para carga fechada, carreta de 6 eixos, saindo de Paraipaba-CE (Portaria SUROC nº 22, de 28/09/2026)
| Destino | Distância aprox. | Frete por viagem | Por m³ de carga* | Por saco de 100 L |
|---|---|---|---|---|
| Belo Horizonte-MG | 2.510 km | R$ 19.584 | R$ 196–218 | R$ 20–22 |
| Rio de Janeiro-RJ | 2.730 km | R$ 21.242 | R$ 212–236 | R$ 21–24 |
| São Paulo-SP | 3.150 km | R$ 24.406 | R$ 244–271 | R$ 24–27 |
| Curitiba-PR | 3.550 km | R$ 27.420 | R$ 274–305 | R$ 27–30 |
| Florianópolis-SC | 3.850 km | R$ 29.681 | R$ 297–330 | R$ 30–33 |
| Porto Alegre-RS | 4.250 km | R$ 32.694 | R$ 327–363 | R$ 33–36 |
* Carreta com 90 a 100 m³ úteis (estimativa; confirme com a transportadora). O piso da ANTT é o valor mínimo legal da carga fechada, e as cotações de mercado costumam vir acima. Produto prensado em bloco ou fardo ocupa menos espaço: divida o frete pelo fator de expansão informado no laudo. Frete fracionado é sob cotação.
Somando a faixa de atacado do pó de coco no Nordeste (R$ 150–300/m³, referência publicada no RuralAqui) ao piso de frete, o pó de coco em sacos chega a Belo Horizonte por cerca de R$ 346–518/m³, a São Paulo por R$ 394–571/m³ e a Curitiba por R$ 424–605/m³, em carga fechada. Fica abaixo das misturas comerciais com coco vendidas no interior de São Paulo (R$ 565–804/m³ em anúncios de outubro de 2026), que já levam vermiculita ou nutrientes, e perto dos substratos comerciais de casca de pinus dos mesmos anúncios (R$ 400–447/m³).
Peça cotação em carga fechada, posta no seu estado:
Menos de uma carreta? Junte o pedido com vizinhos, cooperativa ou associação para fechar a carga, ou veja substrato florestal no RuralAqui →
Preencha os campos ao lado para ver a recomendação por espécie.
Para volumes menores, o frete a granel costuma sair mais caro que o substrato. Compre em lojas agropecuárias locais ou compare fornecedores no RuralAqui.
| Tubete | Volume | Espécies comuns | Substrato / 1.000 mudas |
|---|---|---|---|
| 50 cm³ | Miniestacas clonais | Eucalyptus urophylla, E. grandis | ~50 L |
| 110 cm³ | Mudas padrão | Eucalipto (seminal), Pinus spp. | ~110 L |
| 180 cm³ | Nativas / frutíferas | Cedro, Jatobá, Paricá | ~180 L |
| 290 cm³ | Espécies exigentes | Mogno, Teca, Ipê | ~290 L |
Peça cotação de pó de coco direto do produtor no Ceará, com entrega em todo o Brasil. Pedidos a partir de 1 tonelada, com laudo por lote.
Pedir cotação no RuralAqui
Tubetes e bandejas
Bandejas e insumos
Estruturas e estufas
3 perguntas. 30 segundos. Recomendação por espécie com CE, pH e retenção.
Pó de coco fino (granulometria abaixo de 2 mm), natural ou lavado, com CE de 0,5 a 2,0 mS/cm conforme a espécie, pH de 5,0 a 6,5 e retenção de água acima de 75%, com laudo por lote.
50 cm³ para miniestacas clonais de eucalipto, 110 cm³ para eucalipto seminal e pinus, 180 cm³ para nativas como cedro, jatobá e paricá, e 290 cm³ para espécies exigentes como mogno, teca e ipê.
Cerca de 50 L em tubetes de 50 cm³, 110 L em 110 cm³, 180 L em 180 cm³ e 290 L em 290 cm³.
Nativas variam muito. Um ponto de partida é 50% de pó de coco, 25% de vermiculita e 25% de casca de arroz carbonizada em tubetes de 180 a 290 cm³, ajustando pH e nutrição por espécie.
Sim. Pinus taeda e P. elliottii toleram CE de 1,0 a 1,5 mS/cm e pH de 5,0 a 6,0, em tubetes de 110 a 180 cm³; o blend 1:1 de coco com casca de arroz carbonizada teve bom índice de qualidade de Dickson (Silva et al., 2012).